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Como descobrir qual é a minha empresa dos sonhos e dicas para seus processos seletivos

Como descobrir qual é a minha empresa dos sonhos e dicas para seus processos seletivos

Como descobrir qual é a minha empresa dos sonhos e dicas para seus processos seletivos.

E aí, galera? Chegou aqui mais um artigo de dicas de carreira para você, empresário júnior, (ou não também, né?), que está ingressando no mercado de trabalho e não tem ideia de como encontrar a empresa que é a sua cara! Nesse textinho vou trazer alguns pontos bem legais sobre como encontrar a empresa que é a metade da sua laranja e como se preparar para os processos seletivos que estão por vir!

Nós, jovens do Movimento Empresa Júnior, somos da chamada Geração Y, ou Millennials. São pessoas nascidas entre 1980 e 2000 que, no geral, nasceram em um período de prosperidade econômica e acompanharam a revolução tecnológica. Esses profissionais (nós), tendem a ser muito fiéis a seus valores, se importar com cultura e histórico da empresa, gostar de desafios e aprender coisas novas sempre, estando em constante desenvolvimento e em busca de papéis de liderança. Além disso, não curtem muito burocracia, são multitarefas, se sentem confortáveis com roupas informais no trabalho e tendo horários flexíveis para realizar suas entregas e vivem sempre conectados. E aí, se identifica com essa geração? Eu me vejo pra caramba nisso tudo!

Mas como, num universo de empresas que existem e abrem seus processos seletivos para estágio ou trainee, conseguiremos entender qual organização é a nossa cara e, além disso, conseguir entrar justamente nela? Vamos a alguns pontos que podem te ajudar nesse momento importante de escolha:

  1. Se conheça muito bem!

E isso vai muito além de “cite-me três qualidades e três defeitos seus”. O primeiro passo para entender qual empresa tem a ver com você é, com certeza, conhecer bem o seu perfil de trabalho. O que você valoriza em uma organização e na vida? Quais são os valores que você não abre mão? O que você se vê fazendo no futuro? Qual impacto você querer gerar e como pretende contribuir para a sociedade? Qual é o seu grande sonho? A partir daí fica muito mais fácil escolher onde e com o que trabalhar, encontrando o famoso “fit cultural”. Se você tem dificuldade de detectar seu perfil de trabalho, olhe para seu ano na EJ ou pegue feedbacks de pessoas que trabalharam contigo, as pessoas sempre enxergam coisas que a gente não vê. Quando eu vou pensar no meu futuro me faço três perguntas rápidas que me ajudam a balizar as escolhas:

- Quais experiências quero ter ao longo da vida?

- O que eu quero aprender na minha jornada?

- O que eu tenho de bom que ajuda a resolver um problema da sociedade?

Ah, e desse processo se autoconhecimento você pode perceber também que não tem interesse em trabalhar em grandes empresas, e está tudo bem. Corra para outras opções como educação, start ups, governo, empreender seu próprio negócio, ser um youtuber rs...tem muita coisa legal para fazer e ajudar a construir um mundo melhor!

  1. Encontre a empresa que é a sua cara!

Agora é a hora do match! Já sabe sobre você e o que valoriza, vamos encontrar qual empresa combina contigo! Muito melhor do que sair se aplicando para todo programa que aparece pela frente, é saber de fato onde você vai se sentir bem trabalhando.

Antes mesmo de se inscrever para a vaga, programa de estágio ou trainee, é importante que você converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam na empresa. Faça perguntas diversas sobre o cotidiano e ritmo de trabalho, qual é a cultura e propósito da empresa, como é a relação entre líderes e liderados, quais são os programas de desenvolvimento de membros que existe, quais são as áreas que existem na organização e como elas se conversam, entre outras. Dessa forma você consegue ter uma visão bem legal de como é ser um colaborador dessa empresa e analisar se tem a ver com o que você acredita ou não.

Outras dicas de como conhecer as empresas mais a fundo:

- participe de working days, palestras e eventos de carreira

- se inscreva em newsletters das empresas para receber informações

- procure seus canais no youtube, geralmente tem vídeos bem legais

- siga as páginas no Facebook e Linkedin das empresas, algumas também tem Instagram

Isso tudo vai te ajudar a acompanhar o dia a dia das organizações. Além disso, nas mídias da Brasil Júnior sempre postamos coisas bem legais sobre nossos parceiros, pode ser um ótimo caminho para se aprofundar nessas experiências e traçar esses perfis.

É importante lembrar que as empresas tem culturas e modelos de trabalho diferentes, que não necessariamente são melhores ou piores entre si. O ponto é você conseguir identificar a que faz mais sentido para você, pois sabemos que felicidade gera produtividade. Segundo um estudo da Atlântica University Higher Institution, quem está mais feliz com o trabalho falta menos 36% e tem menos vontade de mudar de empresa (45%). Então encontre um lugar que vá te fazer feliz e realizado ao levantar todos os dias para trabalhar! J

  1. Dê um “tapa” no seu Linkedin!

Considerando que encontrou um leque de empresas que tem a ver contigo (não necessariamente será uma só) e se inscreveu nesses processos seletivos, você já está no caminho! Agora vai mais uma dica boa: dê um jeitinho no seu Linkedin, é lá que as empresas vão te procurar!

Essa rede social tem sido vista como o novo “classificados” do jornal e ter um Linkedin bem completo com certeza fará a diferença quando os recrutadores quiserem saber um pouco mais de você e quais foram as suas conquistas. Mais que isso, essa rede social pode ser ótima para você abrir novos contatos, conhecer gente muito capaz e também aprender bastante, já que lá tem muito conteúdo legal sobre o mundo corporativo. O Linkedin também tem muita divulgação de vagas e, através do seu perfil, consegue mostrar as que mais tem a ver com você.

- Coloque em seu perfil uma foto que dê para te reconhecer bem (para que as pessoas lembrem de você ao entrar no seu perfil).

- O seu resumo é a sua chance de se apresentar para quem abrir seu perfil, mostre de onde você vem, o que você gosta de fazer, qual é o tipo de organização que você busca, qual é o seu grande sonho, entre outros.

- Descreva bem seus cargos no MEJ nas experiências, falando quais foram seus desafios e conquistas, skills necessárias para a área e principais aprendizados. Vale também colocar links, fotos e vídeos relacionados ao cargo.

- Idiomas fazem a diferença. Não deixe de colocar seus idiomas e os níveis de cada um, isso é muito importante para os recrutadores.

- Siga as empresas que você tem interesse, assim os recrutadores verão que você já acompanha a organização, além de verem seus outros gostos.

- Preencha também os campos de competências (e consiga recomendações), cursos que já fez, formação na universidade e deixe seu e-mail de contato. Lembre-se, quanto mais completo, mais interessante você vai se mostrar e mais o Linkedin consegue dar match entre você e vagas disponíveis.

  1. Durante o processo

O processo seletivo começou, e agora? Nunca participou de um PS em empresa e não tem ideia de como funcione? Segura aí que vem mais dicas!

Geralmente os processos tem várias etapas, que são eliminatórias. A cada etapa busque, ao invés de só ficar no nervosismo de passar ou não, aprender muito com o processo. Algumas fases são bem parecidas, como os testes de inglês e lógica, que são pedidos em quase todas as empresas. Pela similaridade, vale pegar dicas com amigos que já participaram de processos seletivos antes, já que a troca de experiências é sempre muito rica nesses momentos. Grande parte das organizações também fazem essas etapas aqui:

- Dinâmicas em Grupo: é aí que eles avaliam como você trabalha em equipe, suas habilidades de liderança, como resolver problemas complexos em grupo, sua comunicação e proatividade. Para essa etapa uma dica é: destaque-se, mas sempre chamando o grupo a contribuir e ouvindo as ideias diferentes das suas. Ninguém merece aquele tagarela egoísta, que só quer aparecer e ofusca claramente os outros candidatos rs.

- Resolução de Cases: vamos lá, essa é bem importante. Geralmente nessa etapa as empresas trazem problemas reais da empresa ou de seus clientes para serem resolvidos pelos candidatos. Para isso é bom que estude bem sobre o core business da empresa (o que ela faz, com o que ela trabalha) para não ser pego de surpresa na hora. Exemplo: se é um PS da Ambev, não deixe de estudar as marcas que a empresa possui, como é a experiência do cliente lá, o que eles entregam de valor, como eles se relacionam com o público...)

- Entrevistas: hora do show! Engraçado como essa é uma etapa temida pelos candidatos, mas ao mesmo tempo é a maior oportunidade de você se comunicar com o recrutador e mostrar que de fato quer muito trabalhar ali.

Segundo o Raphael Bozza, da Kraft Heinz, o principal diferencial de um candidato é quando eles enxergam todos os porquês das histórias de vida que essa pessoa conta. Ele diz que não adianta a pessoa estar na EJ e achar que isso basta, tem que deixar claro o que ela está fazendo lá e qual impacto está gerando. “Quando esse impacto se conecta com o que a pessoa acredita, conta de maneira super positiva no processo seletivo”, conta Raphael. Ou seja, faça da entrevista uma conversa! Relaxe e destrave, se ficar muito mecânico acaba sendo desagradável para o entrevistador e para você, né?

Ah, dicona: não invente histórias e experiências para parecer bom para a vaga. Isso, além de não ser ético (coerência né, empresário júnior?), vai só fazer com que você entre em um lugar que não tem fit cultural contigo e pode acarretar em um desligamento bem em breve por quebra de expectativas.

E galera, por último sobre isso, se prepare bem para a entrevista. Por mais que você seja super comunicativo e confie muito no seu “taco”, não custa fazer um possível roteirinho de perguntas que podem surgir e como você responderia cada uma. Amarre tudo para ter coerência com sua história de vida e com o que você acredita (dica do Bozza) e pronto, vai arrasar.

  1. O pós- entrevista

Se você chegou até a fase final, eu sei que provavelmente você vai estar ansioso querendo saber se passou ou não, mas mantenha a calma. A empresa vai falar contigo (a gente espera), não precisa se desesperar e três dias depois já mandar um e-mail querendo saber dos resultados. Na real, a minha dica no pós é bem simples: se mantenha confiante sempre, mas tenha um plano B caso não aconteça.

Confie no processo e, se não rolou, é só partir para outra. Algumas empresas tem um banco de dados que deixam arquivados os candidatos que mandaram bem e não passaram, então você ainda pode ser chamado. Outra chance também é depois te convidarem para uma vaga diferente da que você estava tentando.

Para finalizar, curta o processo como um todo. Aproveite para conhecer muita gente boa, troque ideia com seus concorrentes e com os recrutadores também. Certamente é um ambiente com uma galera muito bacana e que pode te ensinar muito independente de qualquer resultado. Não leve no terror, nervosismo ou pressão, pois isso pode te atrapalhar no processo.

Para facilitar ainda mais a sua vida, vou deixar aqui alguns processos seletivos de empresas parceiras da Brasil Júnior, que já conhecem o perfil do MEJ e acreditam muito no movimento, para que você possa dar uma olhada e ver se algum tem a ver contigo. Dúvidas? Só me procurar que estarei à disposição para trocar mais ideia sobre esse tema!

Quero ser um jovem talento da Suzano!

Sou a cara da Falconi!

Quero fazer a diferença na Kraft Heinz!

Que tal estagiar na Globo?

Renata Ruiz

Institucional@brasiljunior.org.br

(67) 99963-5027

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